1. Não te sintas envergonhado ou com vergonha. Repete para ti mesmo "Desde que eu não esteja envergonhado, a vergonha é dos outros", mantém-te calmo e sereno, todos já passaram por momentos assim. 2. Tem que ter confiança. Pessoas sem confiança parecem receosas, pessoas confiantes são as mais carismáticas. 3. Não procures vencer verbalmente. Discutir com argumentos é aceitável, mas insistir na vitória verbal pode parecer arrogante e facilitar explosões emocionais. 4. Não deixes que emoções negativas fiquem para a noite. "As coisas não nos derrubam, as emoções sim." Quando sentires emoções negativas, concentra-te numa tarefa, lembra-te que é temporário e que vai passar. Age para combatê-las. 5. Abandona o orgulho. Quem não confia em si mesmo precisa de outras coisas para se esconder. Quando quiseres mostrar vaidade, lembra-te: sê honesto e confiante. A honestidade extrema é invencível. 6. Não percas tempo com pessoas ou coisas que não valem a pena. Quando encontrares alguém que gosta de discordar, diz "Tens razão" e afasta-te. A força do ignorante é influenciar os outros e diminuir a inteligência deles. 7. Pratica trabalho profundo. O poder da concentração. Controla a mão que quer pegar no telemóvel e foca-te em tarefas difíceis e desafiantes. 8. Seja um praticante de longo prazo. As coisas que valem a pena passam por semear, fertilizar e regar. Fazes coisas de março e abril, com paciência, aguardando o retorno em agosto e setembro. 9. Durante as interações sociais, não te coloques na posição de avaliado. Quando encontrares alguém melhor que tu, não te importes demasiado; reconhecer as qualidades do outro não significa negar as tuas. 10. Controla a tua empatia. Uma empatia excessiva pode levar-te a querer agradar demais e a desenvolver uma personalidade de agradador. Estas atitudes não nascem connosco, são resultado de prática deliberada. Desde repetir frases para aliviar a vergonha, a lembrar-te de ser honesto e confiante, até focar no trabalho profundo — cada uma delas é reforçada repetidamente em cenários específicos até se tornarem um reflexo natural.
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10 atitudes mentais para a prática deliberada:
1. Não te sintas envergonhado ou com vergonha. Repete para ti mesmo "Desde que eu não esteja envergonhado, a vergonha é dos outros", mantém-te calmo e sereno, todos já passaram por momentos assim.
2. Tem que ter confiança. Pessoas sem confiança parecem receosas, pessoas confiantes são as mais carismáticas.
3. Não procures vencer verbalmente. Discutir com argumentos é aceitável, mas insistir na vitória verbal pode parecer arrogante e facilitar explosões emocionais.
4. Não deixes que emoções negativas fiquem para a noite. "As coisas não nos derrubam, as emoções sim." Quando sentires emoções negativas, concentra-te numa tarefa, lembra-te que é temporário e que vai passar. Age para combatê-las.
5. Abandona o orgulho. Quem não confia em si mesmo precisa de outras coisas para se esconder. Quando quiseres mostrar vaidade, lembra-te: sê honesto e confiante. A honestidade extrema é invencível.
6. Não percas tempo com pessoas ou coisas que não valem a pena. Quando encontrares alguém que gosta de discordar, diz "Tens razão" e afasta-te. A força do ignorante é influenciar os outros e diminuir a inteligência deles.
7. Pratica trabalho profundo. O poder da concentração. Controla a mão que quer pegar no telemóvel e foca-te em tarefas difíceis e desafiantes.
8. Seja um praticante de longo prazo. As coisas que valem a pena passam por semear, fertilizar e regar. Fazes coisas de março e abril, com paciência, aguardando o retorno em agosto e setembro.
9. Durante as interações sociais, não te coloques na posição de avaliado. Quando encontrares alguém melhor que tu, não te importes demasiado; reconhecer as qualidades do outro não significa negar as tuas.
10. Controla a tua empatia. Uma empatia excessiva pode levar-te a querer agradar demais e a desenvolver uma personalidade de agradador.
Estas atitudes não nascem connosco, são resultado de prática deliberada. Desde repetir frases para aliviar a vergonha, a lembrar-te de ser honesto e confiante, até focar no trabalho profundo — cada uma delas é reforçada repetidamente em cenários específicos até se tornarem um reflexo natural.