O banco central pode emitir moeda fiduciária à vontade, o que é um fato evidente. Eles também podem criar várias bifurcações de tokens, prometendo algo aparentemente brilhante. Mas há um limite físico intransponível — a escassez de ativos reais.
Tomando os metais preciosos como exemplo, a produção de prata é fundamentalmente limitada pelos recursos da crosta terrestre, não podendo ser criada do nada. O Bitcoin segue a mesma lógica — sua oferta é codificada no protocolo, e ninguém pode emitir mais do que o limite.
Essa é a razão principal pela qual os ativos criptográficos atraem investidores de longo prazo. Quando a moeda fiduciária se desvaloriza continuamente devido a políticas, ativos escassos e não passíveis de emissão tornam-se verdadeiras fortalezas de riqueza. A regra do jogo é simples: acumular continuamente esses ativos com oferta limitada. Essa é a maneira mais direta de resistir à inundação de liquidez macroeconômica.
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OvertimeSquid
· 17h atrás
O código duro é muito mais confiável do que promessas suaves, as jogadas do banco central não me atraem nada, prefiro acumular Bitcoin de forma mais segura
Hmm, não há dúvida, por mais que se aumente a quantidade de moeda fiduciária, isso não altera o limite máximo de 21 milhões de bitcoins.
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BuyHighSellLow
· 17h atrás
Não há dúvida, a moeda fiduciária é apenas papel, assim que o banco central liga a impressora de dinheiro, não há limite, no final das contas somos nós que pagamos a conta. Os 21 milhões codificados do Bitcoin são realmente uma jogada de mestre, ninguém pode alterar, isso é que é uma moeda forte.
O banco central pode emitir moeda fiduciária à vontade, o que é um fato evidente. Eles também podem criar várias bifurcações de tokens, prometendo algo aparentemente brilhante. Mas há um limite físico intransponível — a escassez de ativos reais.
Tomando os metais preciosos como exemplo, a produção de prata é fundamentalmente limitada pelos recursos da crosta terrestre, não podendo ser criada do nada. O Bitcoin segue a mesma lógica — sua oferta é codificada no protocolo, e ninguém pode emitir mais do que o limite.
Essa é a razão principal pela qual os ativos criptográficos atraem investidores de longo prazo. Quando a moeda fiduciária se desvaloriza continuamente devido a políticas, ativos escassos e não passíveis de emissão tornam-se verdadeiras fortalezas de riqueza. A regra do jogo é simples: acumular continuamente esses ativos com oferta limitada. Essa é a maneira mais direta de resistir à inundação de liquidez macroeconômica.