O fluxo líquido contínuo de ETFs de Bitcoin à vista realmente marca a primeira fase da "era da institucionalização" do mercado de criptomoedas — o acesso aos ativos e as grandes alocações já estão definidos. Mas, para ser honesto, o verdadeiro teste é que a partir de agora é que começa.
O próximo passo é enfrentar a segunda fase: após essas instituições obterem suas posições em ETFs, como elas vão utilizá-las? Como gerar mais valor a esses ativos? Aqui surgem várias questões práticas que o próprio ETF não consegue resolver.
**Primeiro obstáculo: estratégia invisível**. Imagine um hedge fund com dezenas de milhões de dólares em Bitcoin, querendo fazer hedge de opções na cadeia, aumentar os rendimentos ou reequilibrar entre ativos. O problema é — cada operação na blockchain pública (como Ethereum) fica exposta. Robôs de monitoramento, concorrentes, tudo pode ver claramente, sua estratégia fica exposta ao público.
**Segundo obstáculo: dilema de conformidade**. As instituições precisam demonstrar que suas atividades na cadeia estão em conformidade com suas políticas internas de risco e com as regulações externas, como AML. Mas também precisam proteger seus segredos comerciais. A blockchain pública apresenta um dilema de "ou tudo fica público, ou operações off-chain em caixas pretas", sem espaço para cinza.
**Terceiro obstáculo: gestão de ativos**. Muitas empresas ainda mantêm suas reservas de Bitcoin como um ativo "frio", que não gera rendimento algum. Elas querem transformar isso em um ativo "vivo", que gere juros automaticamente, que seja programável, mas todo o processo deve ser auditável e explicável. Isso exige novas soluções tecnológicas de suporte.
Portanto, você vê, os ETFs resolvem apenas a questão do "o que comprar". A verdadeira institucionalização também precisa resolver o "como usar". E esse será o próximo ponto de crescimento do mercado.
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Resumindo, agora é só as instituições terem a chave, mas não saberem como funciona do outro lado da porta... A cadeia transparente é um pesadelo para eles.
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AirdropHunter
· 4h atrás
Acorda, o ETF é apenas o aperitivo, o verdadeiro jogo é que vai começar
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Interessante, na verdade as instituições agora estão só com Bitcoin e sem saber o que fazer
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A configuração de uma blockchain pública transparente, será que os fundos de hedge terão que fazer transmissões ao vivo de suas operações? Risos, os concorrentes já estão lá assistindo a festa
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O mais importante é ter uma solução de camada de privacidade, senão as atividades na cadeia são inúteis
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A questão de Bitcoin não gerar lucro ao ficar deitado é realmente chata, emprestar para ganhar juros também tem riscos
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Por isso, soluções de privacidade como Rollup ou sidechains deveriam aparecer agora
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O dilema de conformidade tudo ou nada, não é exatamente o problema mais dolorido do Web3 atualmente
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Espera aí, será que as instituições vão simplesmente migrar para custódia off-chain e fazer derivativos para hedge?
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RuntimeError
· 4h atrás
As palavras-chave são duas: privacidade. Sem privacidade, não há como falar em institucionalização, tudo é falso.
O fluxo líquido contínuo de ETFs de Bitcoin à vista realmente marca a primeira fase da "era da institucionalização" do mercado de criptomoedas — o acesso aos ativos e as grandes alocações já estão definidos. Mas, para ser honesto, o verdadeiro teste é que a partir de agora é que começa.
O próximo passo é enfrentar a segunda fase: após essas instituições obterem suas posições em ETFs, como elas vão utilizá-las? Como gerar mais valor a esses ativos? Aqui surgem várias questões práticas que o próprio ETF não consegue resolver.
**Primeiro obstáculo: estratégia invisível**. Imagine um hedge fund com dezenas de milhões de dólares em Bitcoin, querendo fazer hedge de opções na cadeia, aumentar os rendimentos ou reequilibrar entre ativos. O problema é — cada operação na blockchain pública (como Ethereum) fica exposta. Robôs de monitoramento, concorrentes, tudo pode ver claramente, sua estratégia fica exposta ao público.
**Segundo obstáculo: dilema de conformidade**. As instituições precisam demonstrar que suas atividades na cadeia estão em conformidade com suas políticas internas de risco e com as regulações externas, como AML. Mas também precisam proteger seus segredos comerciais. A blockchain pública apresenta um dilema de "ou tudo fica público, ou operações off-chain em caixas pretas", sem espaço para cinza.
**Terceiro obstáculo: gestão de ativos**. Muitas empresas ainda mantêm suas reservas de Bitcoin como um ativo "frio", que não gera rendimento algum. Elas querem transformar isso em um ativo "vivo", que gere juros automaticamente, que seja programável, mas todo o processo deve ser auditável e explicável. Isso exige novas soluções tecnológicas de suporte.
Portanto, você vê, os ETFs resolvem apenas a questão do "o que comprar". A verdadeira institucionalização também precisa resolver o "como usar". E esse será o próximo ponto de crescimento do mercado.