A maioria das blockchains públicas está a seguir os passos da Máquina Virtual Ethereum, mas alguns projetos optam por um caminho diferente. A Dusk Foundation escolheu uma rota mais difícil — criar a sua própria máquina virtual, a Piecrust, do zero.
Isto não é apenas uma questão de capricho técnico. Por trás há uma lógica clara: o design atual do EVM é muito bom, mas foi criado essencialmente para lidar com transferências simples e DeFi básico. Você quer que ele execute cálculos complexos de provas de conhecimento zero? É como tentar usar uma calculadora para fazer cálculos de física quântica — pode até funcionar, mas a eficiência é ridiculamente baixa.
Transações privadas reais e verificações de conformidade na cadeia não são uma questão de demonstração técnica. Concurrency de nível empresarial, respostas em milissegundos — esses são indicadores essenciais. A arquitetura atual da máquina virtual simplesmente não aguenta.
A singularidade da Piecrust está exatamente aqui. É a primeira máquina virtual do mundo otimizada para provas de conhecimento zero, baseada na arquitetura WASM. Mas o que isso significa?
Nas blockchains privadas tradicionais de privacidade, gerar e verificar uma prova de conhecimento zero leva alguns segundos, às vezes até vários minutos. Para transações financeiras, isso é simplesmente inviável. A Piecrust, ao otimizar a gestão de memória e os códigos de operação, reduz esse tempo para milissegundos.
O resultado é: executar uma transação complexa com privacidade e conformidade na rede Dusk é tão rápido quanto numa exchange centralizada. Essa é a verdadeira evolução na tecnologia de máquinas virtuais.
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OnChainArchaeologist
· 14h atrás
Porra, a ideia do Piecrust é genial, validação de prova ZK em nível de milissegundos... Isso é que é uma verdadeira evolução tecnológica
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P2ENotWorking
· 14h atrás
Caramba, finalmente há um projeto que não segue a tendência EVM, essa ideia tem potencial.
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MrRightClick
· 14h atrás
Não seguir o caminho comum, essa é a verdadeira essência da inovação. Validação ZK em nível de milissegundos, para ser honesto, é realmente impressionante.
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DeadTrades_Walking
· 14h atrás
Caramba, isto é que é ter ideias, em vez de seguir a moda do EVM, acabam por criar a sua própria roda. O pessoal do Dusk tem algo de especial.
A maioria das blockchains públicas está a seguir os passos da Máquina Virtual Ethereum, mas alguns projetos optam por um caminho diferente. A Dusk Foundation escolheu uma rota mais difícil — criar a sua própria máquina virtual, a Piecrust, do zero.
Isto não é apenas uma questão de capricho técnico. Por trás há uma lógica clara: o design atual do EVM é muito bom, mas foi criado essencialmente para lidar com transferências simples e DeFi básico. Você quer que ele execute cálculos complexos de provas de conhecimento zero? É como tentar usar uma calculadora para fazer cálculos de física quântica — pode até funcionar, mas a eficiência é ridiculamente baixa.
Transações privadas reais e verificações de conformidade na cadeia não são uma questão de demonstração técnica. Concurrency de nível empresarial, respostas em milissegundos — esses são indicadores essenciais. A arquitetura atual da máquina virtual simplesmente não aguenta.
A singularidade da Piecrust está exatamente aqui. É a primeira máquina virtual do mundo otimizada para provas de conhecimento zero, baseada na arquitetura WASM. Mas o que isso significa?
Nas blockchains privadas tradicionais de privacidade, gerar e verificar uma prova de conhecimento zero leva alguns segundos, às vezes até vários minutos. Para transações financeiras, isso é simplesmente inviável. A Piecrust, ao otimizar a gestão de memória e os códigos de operação, reduz esse tempo para milissegundos.
O resultado é: executar uma transação complexa com privacidade e conformidade na rede Dusk é tão rápido quanto numa exchange centralizada. Essa é a verdadeira evolução na tecnologia de máquinas virtuais.