Esta vez @0xMiden × @billions_ntwk da colaboração, acho que deu um passo importante na estrada da privacidade prática.
A questão da identidade na blockchain sempre foi complicada: Ou totalmente anónima, com pouca conformidade; Ou totalmente aberta, com documentos, reconhecimento facial, selfies entregues a uma caixa preta. Nenhuma das duas é muito digna.
A integração do Miden com a tecnologia de identidade ZK da Billions basicamente desmonta e refaz essa questão. Não é uma escolha entre anonimato e transparência, mas sim provar que você atende aos critérios sem revelar quem você é.
O processo agora ficou assim: Verificação de documentos e detecção de vida em uma única etapa → Obtenção de uma prova de conhecimento zero → Dados originais são excluídos imediatamente. No futuro, você só precisará apresentar a prova: Provar idade, nacionalidade, residência, qualificações, sem que suas informações pessoais apareçam repetidamente.
Para o usuário, isso é uma identidade soberana. Não é entregar seus dados e apostar na autodisciplina de terceiros, mas fornecer apenas a informação essencial que o outro precisa saber.
Para os desenvolvedores, é mais realista: Sem precisar armazenar passaportes, sem lidar com dados de privacidade, sem o risco de vazamentos, mas ainda assim podendo realizar KYC / AML normalmente. O risco de conformidade fica com a Billions, enquanto a capacidade de identidade se torna uma funcionalidade de base com o Miden.
Isso também explica por que sempre achei que @0xMiden segue uma abordagem de privacidade prática. Não busca o extremo do anonimato, mas sim fazer com que o setor financeiro, as instituições e os RWA possam realmente usar e se sentir seguros ao usar.
Portanto, esta colaboração não é apenas a adição de um módulo de identidade, mas uma preparação antecipada para que, em 2026, “privacidade + conformidade” se tornem infraestrutura básica.
Quando a privacidade realmente se tornará mainstream, essa parceria Miden × Billions merece uma análise cuidadosa.
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Esta vez @0xMiden × @billions_ntwk da colaboração, acho que deu um passo importante na estrada da privacidade prática.
A questão da identidade na blockchain sempre foi complicada:
Ou totalmente anónima, com pouca conformidade;
Ou totalmente aberta, com documentos, reconhecimento facial, selfies entregues a uma caixa preta.
Nenhuma das duas é muito digna.
A integração do Miden com a tecnologia de identidade ZK da Billions basicamente desmonta e refaz essa questão.
Não é uma escolha entre anonimato e transparência, mas sim provar que você atende aos critérios sem revelar quem você é.
O processo agora ficou assim:
Verificação de documentos e detecção de vida em uma única etapa → Obtenção de uma prova de conhecimento zero → Dados originais são excluídos imediatamente.
No futuro, você só precisará apresentar a prova:
Provar idade, nacionalidade, residência, qualificações, sem que suas informações pessoais apareçam repetidamente.
Para o usuário, isso é uma identidade soberana.
Não é entregar seus dados e apostar na autodisciplina de terceiros, mas fornecer apenas a informação essencial que o outro precisa saber.
Para os desenvolvedores, é mais realista:
Sem precisar armazenar passaportes, sem lidar com dados de privacidade, sem o risco de vazamentos,
mas ainda assim podendo realizar KYC / AML normalmente.
O risco de conformidade fica com a Billions, enquanto a capacidade de identidade se torna uma funcionalidade de base com o Miden.
Isso também explica por que sempre achei que @0xMiden segue uma abordagem de privacidade prática.
Não busca o extremo do anonimato, mas sim fazer com que o setor financeiro, as instituições e os RWA possam realmente usar e se sentir seguros ao usar.
Portanto, esta colaboração não é apenas a adição de um módulo de identidade,
mas uma preparação antecipada para que, em 2026, “privacidade + conformidade” se tornem infraestrutura básica.
Quando a privacidade realmente se tornará mainstream, essa parceria Miden × Billions merece uma análise cuidadosa.