Às duas da manhã, o telefone começou a receber uma enxurrada de mensagens. A mensagem de voz do amigo A-Kai estava um pouco trêmula: "Irmão... os ativos de criptomoedas que eu estava pensando em aumentar minha posição, de um dia para o outro, viraram zero. Eu nem vi a janela de autorização!"
Não foi uma liquidação por subir demais, nem uma fuga do projeto, foi simplesmente um roubo de ativos digitais. O que dói mais é que, após ligar para a polícia, a resposta foi — "Provavelmente foi um erro de operação de um familiar."
Só depois percebi que A-Kai caiu nos erros mais básicos deste círculo. O roteador não tinha atualizado o firmware há três anos, a senha do Wi-Fi de casa ainda era a inicial "12345678", e ele tinha vários aplicativos de pop-up no telefone. O mais grave é que ele tirou uma captura da frase-semente da carteira e salvou na nota do telefone, além de ter enviado por acaso para outro contato no WeChat como uma "backup".
Esse cenário é muito familiar. Depois de tantos anos analisando o mercado, fico cada vez mais claro de uma realidade — a maioria das pessoas na verdade está armazenando seus ativos de forma nua e crua. Os olhos estão sempre fixos na "criptomoeda de cem vezes".
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OnchainHolmes
· 9h atrás
Salvar a captura de ecrã da frase de recuperação na nota, isto é mesmo uma operação suicida, não admira que tenham sido roubados.
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Senha 12345678, estou a rir-me à gargalhada, isto não é uma porta dos fundos para hackers?
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O mais doloroso é que ele próprio nem percebe onde está o problema, pensa que é um ataque avançado.
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O router não foi atualizado há três anos, nem faz estas operações básicas, para quê estar atento a moedas com valor de cem vezes?
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A polícia disse que foi um erro de operação, ninguém liga para este tipo de casos.
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DYOR não é só ler o whitepaper, é preciso entender primeiro a segurança básica, meu amigo.
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Sempre que ouço estas histórias, quero dizer que perder dinheiro é uma coisa, mas ficar sem cérebro é o verdadeiro problema.
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A consciência de segurança é mesmo cem vezes mais importante do que qualquer estratégia de negociação, mas ninguém acredita nisso.
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Este é o roteiro habitual no mundo das criptomoedas, aquele que se resolve sozinho.
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Um pouco irónico, passam o dia a estudar dados na cadeia, e acabam por ser derrotados pela defesa mais básica.
Às duas da manhã, o telefone começou a receber uma enxurrada de mensagens. A mensagem de voz do amigo A-Kai estava um pouco trêmula: "Irmão... os ativos de criptomoedas que eu estava pensando em aumentar minha posição, de um dia para o outro, viraram zero. Eu nem vi a janela de autorização!"
Não foi uma liquidação por subir demais, nem uma fuga do projeto, foi simplesmente um roubo de ativos digitais. O que dói mais é que, após ligar para a polícia, a resposta foi — "Provavelmente foi um erro de operação de um familiar."
Só depois percebi que A-Kai caiu nos erros mais básicos deste círculo. O roteador não tinha atualizado o firmware há três anos, a senha do Wi-Fi de casa ainda era a inicial "12345678", e ele tinha vários aplicativos de pop-up no telefone. O mais grave é que ele tirou uma captura da frase-semente da carteira e salvou na nota do telefone, além de ter enviado por acaso para outro contato no WeChat como uma "backup".
Esse cenário é muito familiar. Depois de tantos anos analisando o mercado, fico cada vez mais claro de uma realidade — a maioria das pessoas na verdade está armazenando seus ativos de forma nua e crua. Os olhos estão sempre fixos na "criptomoeda de cem vezes".