Dusk não pretende parar na Europa. A colaboração com a bolsa holandesa NPEX é apenas o começo; o verdadeiro objetivo é transformar esse quadro financeiro de "conformidade + privacidade" em uma solução replicável, expandindo para mais mercados globais. Em resumo, após testar com sucesso em várias jurisdições, pretende-se copiar toda a estratégia.
Recentemente, o foco tem sido na Ásia Sudeste e no Oriente Médio. Essas regiões são abertas à inovação em tecnologia financeira, mas a cobertura do setor financeiro tradicional é insuficiente, com muitos ativos e demandas ainda esperando para serem digitalizados. O que a Dusk quer fazer é fornecer uma infraestrutura pronta — as instituições locais podem usar diretamente, sem violar as regulações locais, para realizar a tokenização de ativos e a circulação de liquidez.
Essa estratégia é muito inteligente. A Europa serve como campo de testes e referência, com a licença da NPEX garantindo sua legitimidade; a Ásia e outros mercados emergentes são responsáveis por disseminar soluções tecnológicas já validadas, lentamente construindo uma rede de liquidez que conecta diferentes mercados globais. Se for bem-sucedida, a Dusk deixará de ser apenas uma blockchain e se tornará um hub financeiro conforme às regulações, atravessando várias jurisdições. Esse potencial ecológico é realmente impressionante.
Esta página pode conter conteúdos de terceiros, que são fornecidos apenas para fins informativos (sem representações/garantias) e não devem ser considerados como uma aprovação dos seus pontos de vista pela Gate, nem como aconselhamento financeiro ou profissional. Consulte a Declaração de exoneração de responsabilidade para obter mais informações.
Dusk não pretende parar na Europa. A colaboração com a bolsa holandesa NPEX é apenas o começo; o verdadeiro objetivo é transformar esse quadro financeiro de "conformidade + privacidade" em uma solução replicável, expandindo para mais mercados globais. Em resumo, após testar com sucesso em várias jurisdições, pretende-se copiar toda a estratégia.
Recentemente, o foco tem sido na Ásia Sudeste e no Oriente Médio. Essas regiões são abertas à inovação em tecnologia financeira, mas a cobertura do setor financeiro tradicional é insuficiente, com muitos ativos e demandas ainda esperando para serem digitalizados. O que a Dusk quer fazer é fornecer uma infraestrutura pronta — as instituições locais podem usar diretamente, sem violar as regulações locais, para realizar a tokenização de ativos e a circulação de liquidez.
Essa estratégia é muito inteligente. A Europa serve como campo de testes e referência, com a licença da NPEX garantindo sua legitimidade; a Ásia e outros mercados emergentes são responsáveis por disseminar soluções tecnológicas já validadas, lentamente construindo uma rede de liquidez que conecta diferentes mercados globais. Se for bem-sucedida, a Dusk deixará de ser apenas uma blockchain e se tornará um hub financeiro conforme às regulações, atravessando várias jurisdições. Esse potencial ecológico é realmente impressionante.