No início, confiávamos nos artesãos — artesãos individuais que ganhavam a vida com suas habilidades, baseando-se na reputação. Depois surgiram instituições, bancos e plataformas, e a confiança passou a ser depositada nesses intermediários. Mais tarde, entrou em cena o código, com contratos inteligentes que transformaram a confiança em lógica executável, eliminando a necessidade de relações pessoais.
E agora? Uma nova onda de transformação está em andamento. Existem equipes desenvolvendo redes de percepção construídas colaborativamente por máquinas, com todo o processo sendo aberto e auditável. Isso não é apenas uma atualização tecnológica simples, mas uma redefinição da própria confiança — de depender de instituições, para depender de código, e agora, de sistemas distribuídos transparentes.
Essa tendência é bastante interessante de observar.
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just_another_wallet
· 9h atrás
A verdade na blockchain é muito mais confiável do que palavras humanas, isso eu acredito.
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Código não engana, mas e os que escrevem código? Haha.
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Ser distribuído e transparente no final das contas ainda depende de quem tem mais poder de processamento.
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Desde artesãos até contratos inteligentes, no final das contas ainda estamos redefinindo as regras do jogo da confiança. Interessante.
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Rede de percepção? Parece bom, só não sei se vai virar mais um intermediário.
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Essa cadeia lógica eu gosto, mas na prática deve demorar um pouco mais para implementar.
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Transparência ≠ segurança, não confunda os dois.
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Finalmente alguém explicou isso claramente, antes só tinha conversa fiada.
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Não é bom confiar no código? Por que ainda precisamos de sistemas distribuídos, é um passo desnecessário.
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Então, no final das contas, ainda é uma questão de confiar em pessoas diferentes, troca-se a embalagem, mas o conteúdo é o mesmo.
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NeverPresent
· 9h atrás
Código>Humanidade, concordo com essa abordagem. Mas a parte da rede de percepção ainda depende do resultado da implementação real; no papel parece transparente, só descobriremos se funciona quando estiver na cadeia.
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FudVaccinator
· 9h atrás
O código pode ser certificado, e a máquina também não vai fugir, mas a questão é: quem vai auditar esses auditores?
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liquidation_watcher
· 9h atrás
O código consegue comer? Ainda assim, depende das pessoas para manter, cedo ou tarde voltaremos ao ciclo de confiar em indivíduos.
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LiquidatedNotStirred
· 9h atrás
Parece um pouco idealista, mas gosto dessa ideia. Desde o artesão até o intermediário e depois ao código, parece que cada passo tenta eliminar a assimetria de informação. A questão é, as máquinas e os sistemas distribuídos realmente podem eliminar completamente aquele conjunto de características humanas?
A confiança passou por várias fases de evolução.
No início, confiávamos nos artesãos — artesãos individuais que ganhavam a vida com suas habilidades, baseando-se na reputação. Depois surgiram instituições, bancos e plataformas, e a confiança passou a ser depositada nesses intermediários. Mais tarde, entrou em cena o código, com contratos inteligentes que transformaram a confiança em lógica executável, eliminando a necessidade de relações pessoais.
E agora? Uma nova onda de transformação está em andamento. Existem equipes desenvolvendo redes de percepção construídas colaborativamente por máquinas, com todo o processo sendo aberto e auditável. Isso não é apenas uma atualização tecnológica simples, mas uma redefinição da própria confiança — de depender de instituições, para depender de código, e agora, de sistemas distribuídos transparentes.
Essa tendência é bastante interessante de observar.