A história do Ethereum continua a evoluir. Vitalik recentemente revisitou o sonho inicial de uma "rede alternativa" em 2014, e agora já percorreu uma década de evolução tecnológica.
O que aconteceu nesta década? Resumindo, há três grandes acontecimentos: primeiro, o Ethereum completou a transição de PoW para PoS — isto não foi uma pequena mudança, mas uma revolução completa no mecanismo de consenso. Segundo, a escalabilidade da rede está sempre em andamento, com novas soluções tecnológicas como ZK-EVM e PeerDAS, a ideia de "sharding" está sendo implementada passo a passo. Em resumo, fazer o Ethereum capaz de processar mais transações, mais rápido e a custos menores.
Curiosamente, Vitalik também destacou um conceito chamado "walkaway test" — usando o Fileverse, uma ferramenta de colaboração descentralizada, como exemplo, que significa que mesmo que uma equipe de projeto pare de manter, os usuários ainda podem extrair seus dados e continuar usando. Isso reflete o que as aplicações Web3 deveriam ser: verdadeiramente pertencentes aos usuários, não controladas por uma única parte.
Esses avanços tecnológicos e conceitos de design apontam na mesma direção — fazer do Ethereum uma infraestrutura verdadeiramente descentralizada e sustentável. Ainda é difícil prever as mudanças que 2026 trará, mas uma coisa é certa: a exploração tecnológica do Ethereum ainda não acabou.
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A história do Ethereum continua a evoluir. Vitalik recentemente revisitou o sonho inicial de uma "rede alternativa" em 2014, e agora já percorreu uma década de evolução tecnológica.
O que aconteceu nesta década? Resumindo, há três grandes acontecimentos: primeiro, o Ethereum completou a transição de PoW para PoS — isto não foi uma pequena mudança, mas uma revolução completa no mecanismo de consenso. Segundo, a escalabilidade da rede está sempre em andamento, com novas soluções tecnológicas como ZK-EVM e PeerDAS, a ideia de "sharding" está sendo implementada passo a passo. Em resumo, fazer o Ethereum capaz de processar mais transações, mais rápido e a custos menores.
Curiosamente, Vitalik também destacou um conceito chamado "walkaway test" — usando o Fileverse, uma ferramenta de colaboração descentralizada, como exemplo, que significa que mesmo que uma equipe de projeto pare de manter, os usuários ainda podem extrair seus dados e continuar usando. Isso reflete o que as aplicações Web3 deveriam ser: verdadeiramente pertencentes aos usuários, não controladas por uma única parte.
Esses avanços tecnológicos e conceitos de design apontam na mesma direção — fazer do Ethereum uma infraestrutura verdadeiramente descentralizada e sustentável. Ainda é difícil prever as mudanças que 2026 trará, mas uma coisa é certa: a exploração tecnológica do Ethereum ainda não acabou.