Atualmente, muitas blockchains consideram privacidade e conformidade como itens opcionais, mas para as instituições, são coisas completamente diferentes. Para mapear ativos reais como ações e títulos na blockchain, privacidade e conformidade são condições essenciais, não se pode abrir mão de nenhuma delas.
A razão pela qual vejo o Dusk com otimismo é simples — ele não seguiu o caminho antigo de "patches posteriores". Não é apenas colocar funcionalidades de privacidade na superfície, nem transferir questões de conformidade para fora da cadeia, mas sim integrar desde o nível do protocolo provas de conhecimento zero e design auditável. Essa abordagem enraizada na camada fundamental faz com que ele ganhe espaço entre clientes institucionais. Com mais de um ano desde o lançamento da mainnet, ele já passou da fase de validação técnica pura para uma fase de implementação prática em escala.
No aspecto técnico, alguns detalhes são bastante impressionantes. O DuskEVM é totalmente compatível com EVM, ou seja, contratos inteligentes desenvolvidos em Solidity na Ethereum ou BSC podem ser migrados de forma quase transparente, sem custo de aprendizado para os desenvolvedores. Uma vez na cadeia, os contratos automaticamente obtêm proteção de privacidade — expondo ao exterior apenas a informação de que "uma transação ocorreu", enquanto os detalhes como valor, identidade das partes e conteúdo da transação permanecem criptografados e ocultos. Quando as autoridades regulatórias precisam revisar ou autorizar auditorias, o sistema gera informações verificáveis de acordo com as regras, protegendo segredos comerciais e atendendo a frameworks de conformidade como o MiCA e o MiFID II da UE, exatamente o que as instituições precisam.
No que diz respeito ao ecossistema, o Dusk também está investindo seriamente. A parceria anunciada para o final de 2025 com Chainlink e a bolsa licenciada NPEX na Holanda demonstra a determinação de evoluir do aspecto técnico para aplicações práticas. Essas ações apontam para uma direção: o próximo passo para aplicações de nível institucional não é apenas velocidade e escala, mas também uma proteção de privacidade robusta e conformidade regulatória simultâneas.
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Atualmente, muitas blockchains consideram privacidade e conformidade como itens opcionais, mas para as instituições, são coisas completamente diferentes. Para mapear ativos reais como ações e títulos na blockchain, privacidade e conformidade são condições essenciais, não se pode abrir mão de nenhuma delas.
A razão pela qual vejo o Dusk com otimismo é simples — ele não seguiu o caminho antigo de "patches posteriores". Não é apenas colocar funcionalidades de privacidade na superfície, nem transferir questões de conformidade para fora da cadeia, mas sim integrar desde o nível do protocolo provas de conhecimento zero e design auditável. Essa abordagem enraizada na camada fundamental faz com que ele ganhe espaço entre clientes institucionais. Com mais de um ano desde o lançamento da mainnet, ele já passou da fase de validação técnica pura para uma fase de implementação prática em escala.
No aspecto técnico, alguns detalhes são bastante impressionantes. O DuskEVM é totalmente compatível com EVM, ou seja, contratos inteligentes desenvolvidos em Solidity na Ethereum ou BSC podem ser migrados de forma quase transparente, sem custo de aprendizado para os desenvolvedores. Uma vez na cadeia, os contratos automaticamente obtêm proteção de privacidade — expondo ao exterior apenas a informação de que "uma transação ocorreu", enquanto os detalhes como valor, identidade das partes e conteúdo da transação permanecem criptografados e ocultos. Quando as autoridades regulatórias precisam revisar ou autorizar auditorias, o sistema gera informações verificáveis de acordo com as regras, protegendo segredos comerciais e atendendo a frameworks de conformidade como o MiCA e o MiFID II da UE, exatamente o que as instituições precisam.
No que diz respeito ao ecossistema, o Dusk também está investindo seriamente. A parceria anunciada para o final de 2025 com Chainlink e a bolsa licenciada NPEX na Holanda demonstra a determinação de evoluir do aspecto técnico para aplicações práticas. Essas ações apontam para uma direção: o próximo passo para aplicações de nível institucional não é apenas velocidade e escala, mas também uma proteção de privacidade robusta e conformidade regulatória simultâneas.