Entre os amigos que me procuram, oito em cada dez estão mergulhados em um poço de perdas. Alguns têm apenas algumas centenas de euros de liquidez, outros já tiveram várias posições estouradas, e nem sequer têm ânimo para abrir o software de mercado. A frase que ouvem com mais frequência é: "Conseguir manter o capital inicial já é um bom resultado".
Nunca me considerei um mestre em previsão de mercado, pois no mercado de criptomoedas não há uma direção absoluta certa. Mas, ao longo dos anos, vi muitos casos de contas que se recuperaram de situações quase de falência, e a lógica principal é simples: em vez de gastar energia tentando adivinhar se sobe ou desce, é melhor aprender a sobreviver primeiro.
Vou contar dois casos reais—
Um amigo tinha 1000 euros de liquidez, e antes ele só perdia mais e mais, sempre querendo apostar tudo para virar o jogo, mas quanto mais tentava, mais se afundava. A mentalidade dele também quebrou completamente, e ele nem se dava ao trabalho de responder às notícias. Minha sugestão foi direta: não se precipite em fazer operações agora, apenas dois pontos—primeiro, controlar o risco de cada operação, limitando a perda máxima que pode suportar a 100 euros; segundo, fazer operações com posições leves para sentir o ritmo do mercado.
Para minha surpresa, em apenas 3 horas, ele já tinha obtido um lucro de 200 euros, o que estabilizou completamente seu estado de espírito. Nos dois dias seguintes, ajudei-o a montar algumas estratégias de tendência, sem perseguir altas ou querer ganhar muito de uma só vez, apenas executando de forma estável, e no final, a conta rendeu 12 vezes mais. Ele me disse uma frase que ficou marcada: "Na verdade, não é que o mercado não tenha oportunidade, é que antes eu estava apostando minha vida na previsão do mercado."
Outro exemplo mais típico: após uma grande posição que levou a uma perda flutuante de quase 10 mil euros, ele já tinha operado em vários grupos, seguindo tendências, e tinha perdido várias vezes, até que finalmente decidiu me procurar. Não dei uma estratégia de trading pronta de imediato, primeiro pedi que ele parasse e revisasse—ver onde exatamente estavam os erros nas perdas anteriores, se era problema na lógica de abertura de posições, na gestão de risco ou na configuração do stop loss.
Foi nesse processo que ele percebeu seu problema real: ele não tinha uma consciência rígida de stop loss, e quando ficava preso numa posição, começava a aumentar a posição para tentar reverter, acabando por ficar ainda mais preso. Juntos, criamos um quadro de operação disciplinado, controlando o risco de cada operação em até 2% do saldo da conta, e executando o stop loss sem hesitação. Depois de um mês, não só parou a queda, como também obteve um pequeno crescimento.
Esses dois casos mostram uma coisa: a habilidade de negociar bem não é necessariamente o que decide a vida ou morte da conta, mas a gestão emocional e a disciplina de risco são o verdadeiro divisor de águas. A maioria das contas que acabam sendo fechadas por completo, na verdade, foi por alguém, em um momento crítico, optar por abandonar o controle de risco e apostar tudo.
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Entre os amigos que me procuram, oito em cada dez estão mergulhados em um poço de perdas. Alguns têm apenas algumas centenas de euros de liquidez, outros já tiveram várias posições estouradas, e nem sequer têm ânimo para abrir o software de mercado. A frase que ouvem com mais frequência é: "Conseguir manter o capital inicial já é um bom resultado".
Nunca me considerei um mestre em previsão de mercado, pois no mercado de criptomoedas não há uma direção absoluta certa. Mas, ao longo dos anos, vi muitos casos de contas que se recuperaram de situações quase de falência, e a lógica principal é simples: em vez de gastar energia tentando adivinhar se sobe ou desce, é melhor aprender a sobreviver primeiro.
Vou contar dois casos reais—
Um amigo tinha 1000 euros de liquidez, e antes ele só perdia mais e mais, sempre querendo apostar tudo para virar o jogo, mas quanto mais tentava, mais se afundava. A mentalidade dele também quebrou completamente, e ele nem se dava ao trabalho de responder às notícias. Minha sugestão foi direta: não se precipite em fazer operações agora, apenas dois pontos—primeiro, controlar o risco de cada operação, limitando a perda máxima que pode suportar a 100 euros; segundo, fazer operações com posições leves para sentir o ritmo do mercado.
Para minha surpresa, em apenas 3 horas, ele já tinha obtido um lucro de 200 euros, o que estabilizou completamente seu estado de espírito. Nos dois dias seguintes, ajudei-o a montar algumas estratégias de tendência, sem perseguir altas ou querer ganhar muito de uma só vez, apenas executando de forma estável, e no final, a conta rendeu 12 vezes mais. Ele me disse uma frase que ficou marcada: "Na verdade, não é que o mercado não tenha oportunidade, é que antes eu estava apostando minha vida na previsão do mercado."
Outro exemplo mais típico: após uma grande posição que levou a uma perda flutuante de quase 10 mil euros, ele já tinha operado em vários grupos, seguindo tendências, e tinha perdido várias vezes, até que finalmente decidiu me procurar. Não dei uma estratégia de trading pronta de imediato, primeiro pedi que ele parasse e revisasse—ver onde exatamente estavam os erros nas perdas anteriores, se era problema na lógica de abertura de posições, na gestão de risco ou na configuração do stop loss.
Foi nesse processo que ele percebeu seu problema real: ele não tinha uma consciência rígida de stop loss, e quando ficava preso numa posição, começava a aumentar a posição para tentar reverter, acabando por ficar ainda mais preso. Juntos, criamos um quadro de operação disciplinado, controlando o risco de cada operação em até 2% do saldo da conta, e executando o stop loss sem hesitação. Depois de um mês, não só parou a queda, como também obteve um pequeno crescimento.
Esses dois casos mostram uma coisa: a habilidade de negociar bem não é necessariamente o que decide a vida ou morte da conta, mas a gestão emocional e a disciplina de risco são o verdadeiro divisor de águas. A maioria das contas que acabam sendo fechadas por completo, na verdade, foi por alguém, em um momento crítico, optar por abandonar o controle de risco e apostar tudo.