Coreia do Sul: Geração Z de traficantes usa Bitcoin para lavar dinheiro e vender drogas; condenado a 20 anos de prisão e multa de 4,2 milhões de dólares
Recentemente, o principal membro de uma gangue de traficantes da Geração Z que utilizava Bitcoin para lavar dinheiro e operava uma rede de distribuição de drogas avaliada em 4 milhões de dólares foi condenado pelo Tribunal Distrital de Ulsan, na Coreia do Sul, a 20 anos de prisão e a uma multa de 4,2 milhões de dólares. Três colegas foram condenados a penas de prisão variando entre 30 meses e 3 anos por envolvimento em tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.
De acordo com relatos locais, o chefe da gangue, cujo nome não foi divulgado, começou a vender drogas online em março de 2020. Ele recrutou colegas para criar múltiplos canais de venda de drogas no Telegram, vendendo substâncias como cannabis sintética, maconha, LSD e metanfetaminas, todas ilegalmente importadas do Vietnã.
O grupo utilizava um método de troca conhecido como ‘caixa de correio’ para esconder as drogas em locais públicos, entrando em contato com compradores via Telegram e realizando transações e pagamentos com criptomoedas, como Bitcoin.
A acusação afirmou que, entre março de 2022 e maio de 2023, o grupo realizou quase 12.000 entregas de drogas, sendo que a quantidade total de comprimidos de metanfetamina entregues ultrapassou 7.000 kg. O traficante também usou criptomoedas para lavar dinheiro e pagava uma comissão de 10% aos distribuidores por cada pedido concluído.
O juiz responsável pelo caso afirmou na sentença que esse tipo de tráfico, que combina tecnologia de criptografia com logística internacional, dificulta o combate policial e está se espalhando rapidamente. Trata-se de um crime altamente antissocial que deve ser punido severamente.
O juiz também destacou que o modelo de tráfico criado pelo criminoso tem sido imitado por outros indivíduos ilegais, levando ao aumento de novos usuários de drogas e criminosos relacionados, o que prejudica gravemente a ordem social.
A reportagem também apontou que canais de Telegram em coreano se tornaram “lojas de drogas” para os jovens do país, com muitos usuários pagando pelo transporte de drogas usando criptomoedas.
Além disso, plataformas como X e canais públicos do Telegram ainda exibem anúncios de rua com gírias promovendo “distribuição nacional” de drogas como metanfetaminas, ecstasy e cannabis sintética.
Em suma, esses fenômenos indicam que, embora as autoridades judiciais tenham demonstrado determinação em punir duramente esses crimes, erradicar completamente essa rede clandestina que combina comunicação criptografada, criptomoedas e logística moderna continua sendo um grande desafio para a aplicação da lei no país.
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Coreia do Sul: Geração Z de traficantes usa Bitcoin para lavar dinheiro e vender drogas; condenado a 20 anos de prisão e multa de 4,2 milhões de dólares
Recentemente, o principal membro de uma gangue de traficantes da Geração Z que utilizava Bitcoin para lavar dinheiro e operava uma rede de distribuição de drogas avaliada em 4 milhões de dólares foi condenado pelo Tribunal Distrital de Ulsan, na Coreia do Sul, a 20 anos de prisão e a uma multa de 4,2 milhões de dólares. Três colegas foram condenados a penas de prisão variando entre 30 meses e 3 anos por envolvimento em tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.
De acordo com relatos locais, o chefe da gangue, cujo nome não foi divulgado, começou a vender drogas online em março de 2020. Ele recrutou colegas para criar múltiplos canais de venda de drogas no Telegram, vendendo substâncias como cannabis sintética, maconha, LSD e metanfetaminas, todas ilegalmente importadas do Vietnã.
O grupo utilizava um método de troca conhecido como ‘caixa de correio’ para esconder as drogas em locais públicos, entrando em contato com compradores via Telegram e realizando transações e pagamentos com criptomoedas, como Bitcoin.
A acusação afirmou que, entre março de 2022 e maio de 2023, o grupo realizou quase 12.000 entregas de drogas, sendo que a quantidade total de comprimidos de metanfetamina entregues ultrapassou 7.000 kg. O traficante também usou criptomoedas para lavar dinheiro e pagava uma comissão de 10% aos distribuidores por cada pedido concluído.
O juiz responsável pelo caso afirmou na sentença que esse tipo de tráfico, que combina tecnologia de criptografia com logística internacional, dificulta o combate policial e está se espalhando rapidamente. Trata-se de um crime altamente antissocial que deve ser punido severamente.
O juiz também destacou que o modelo de tráfico criado pelo criminoso tem sido imitado por outros indivíduos ilegais, levando ao aumento de novos usuários de drogas e criminosos relacionados, o que prejudica gravemente a ordem social.
A reportagem também apontou que canais de Telegram em coreano se tornaram “lojas de drogas” para os jovens do país, com muitos usuários pagando pelo transporte de drogas usando criptomoedas.
Além disso, plataformas como X e canais públicos do Telegram ainda exibem anúncios de rua com gírias promovendo “distribuição nacional” de drogas como metanfetaminas, ecstasy e cannabis sintética.
Em suma, esses fenômenos indicam que, embora as autoridades judiciais tenham demonstrado determinação em punir duramente esses crimes, erradicar completamente essa rede clandestina que combina comunicação criptografada, criptomoedas e logística moderna continua sendo um grande desafio para a aplicação da lei no país.