Esta semana, a palavra-chave que a Miden lançou foi 𝐏𝐫𝐚𝐜𝐭𝐢𝐜𝐚𝐥 𝐏𝐫𝐢𝐯𝐚𝐜𝐲(Privacidade Prática)
Isto não é um conceito abstrato, mas sim a apresentação de um problema real que todos os utilizadores de blockchain enfrentam, mas que muitas vezes é ignorado:
👉O que exatamente precisamos de privacidade?
Na maioria das principais blockchains públicas, a privacidade é quase inexistente. Por exemplo, na Ethereum, o saldo da sua carteira, cada transação, os protocolos com os quais interagiu, tudo é público e transparente, qualquer pessoa pode consultar com um clique. É mais como um extrato bancário permanente e aberto ao mundo inteiro.
Para o utilizador comum, isto já é desconfortável; Para instituições, empresas, DAOs, isto é quase inaceitável.
Mas se levarmos ao extremo oposto, o problema também se torna evidente. Blockchains como Monero, que oferecem “privacidade absoluta”, escondem todos os detalhes das transações, protegendo realmente o utilizador, mas também inclinando o equilíbrio de poder para o outro lado, tornando quase impossível a intervenção regulatória, o que é precisamente a razão pela qual frequentemente são alvo de atenção por parte das autoridades reguladoras.
Assim, o problema torna-se muito real: 👉Transparência total não funciona, privacidade total também não funciona, então onde está o meio-termo?
@0xMiden oferece a resposta: Privacidade Prática.
Não se trata de “esconder tudo”, mas de redesenhar onde a privacidade aparece.
Na lógica do Miden, os dados são executados localmente por padrão, detalhes sensíveis das transações não precisam de ser transmitidos publicamente na rede, e a blockchain apenas verifica, enviando uma prova de que “fiz corretamente”, não o processo completo de “como fiz”.
O que isto significa? Você pode provar que uma transação é legítima, válida, conforme as regras, mas sem precisar mostrar toda a sua estrutura de ativos, histórico de ações ou estratégias comerciais a todos os estranhos.
Usando uma analogia com a vida real, é bastante fácil de entender: 🔸Transações em dinheiro: total privacidade, mas com alto risco e fácil de abusar 🔸Transferências bancárias: altamente conformes, mas quase sem privacidade 🔸Pagamentos privados via Alipay/WeChat Pay: suficientes para o comum, mas ainda auditáveis e responsabilizáveis pelo sistema
O que a Miden quer fazer, exatamente, é o terceiro caso. Ela não oferece privacidade para “esconder tudo”, mas sim para proteger pessoas, negócios e atividades financeiras normais.
Esta é, na minha opinião, a verdadeira importância do conceito de “Privacidade Prática”. A privacidade não deve ser demonizada, nem absolutizada. O significado da privacidade nunca foi fazer os maus desaparecerem, mas sim permitir que os bons não tenham que correr nus.
Quando a blockchain realmente alcançar uma adoção em larga escala, e mais utilizadores comuns e instituições entrarem no mundo da cadeia, a privacidade deixará de ser uma “funcionalidade opcional” e passará a fazer parte da infraestrutura.
E o que @0xMiden está a tentar fazer, é encontrar esse espaço mais confortável e também mais realista para o futuro financeiro.
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Esta semana, a palavra-chave que a Miden lançou foi 𝐏𝐫𝐚𝐜𝐭𝐢𝐜𝐚𝐥 𝐏𝐫𝐢𝐯𝐚𝐜𝐲(Privacidade Prática)
Isto não é um conceito abstrato, mas sim a apresentação de um problema real que todos os utilizadores de blockchain enfrentam, mas que muitas vezes é ignorado:
👉O que exatamente precisamos de privacidade?
Na maioria das principais blockchains públicas, a privacidade é quase inexistente.
Por exemplo, na Ethereum, o saldo da sua carteira, cada transação, os protocolos com os quais interagiu, tudo é público e transparente, qualquer pessoa pode consultar com um clique. É mais como um extrato bancário permanente e aberto ao mundo inteiro.
Para o utilizador comum, isto já é desconfortável;
Para instituições, empresas, DAOs, isto é quase inaceitável.
Mas se levarmos ao extremo oposto, o problema também se torna evidente.
Blockchains como Monero, que oferecem “privacidade absoluta”, escondem todos os detalhes das transações, protegendo realmente o utilizador, mas também inclinando o equilíbrio de poder para o outro lado, tornando quase impossível a intervenção regulatória, o que é precisamente a razão pela qual frequentemente são alvo de atenção por parte das autoridades reguladoras.
Assim, o problema torna-se muito real:
👉Transparência total não funciona, privacidade total também não funciona, então onde está o meio-termo?
@0xMiden oferece a resposta: Privacidade Prática.
Não se trata de “esconder tudo”, mas de redesenhar onde a privacidade aparece.
Na lógica do Miden, os dados são executados localmente por padrão, detalhes sensíveis das transações não precisam de ser transmitidos publicamente na rede, e a blockchain apenas verifica, enviando uma prova de que “fiz corretamente”, não o processo completo de “como fiz”.
O que isto significa?
Você pode provar que uma transação é legítima, válida, conforme as regras,
mas sem precisar mostrar toda a sua estrutura de ativos, histórico de ações ou estratégias comerciais a todos os estranhos.
Usando uma analogia com a vida real, é bastante fácil de entender:
🔸Transações em dinheiro: total privacidade, mas com alto risco e fácil de abusar
🔸Transferências bancárias: altamente conformes, mas quase sem privacidade
🔸Pagamentos privados via Alipay/WeChat Pay: suficientes para o comum, mas ainda auditáveis e responsabilizáveis pelo sistema
O que a Miden quer fazer, exatamente, é o terceiro caso.
Ela não oferece privacidade para “esconder tudo”, mas sim para proteger pessoas, negócios e atividades financeiras normais.
Esta é, na minha opinião, a verdadeira importância do conceito de “Privacidade Prática”.
A privacidade não deve ser demonizada, nem absolutizada. O significado da privacidade nunca foi fazer os maus desaparecerem, mas sim permitir que os bons não tenham que correr nus.
Quando a blockchain realmente alcançar uma adoção em larga escala, e mais utilizadores comuns e instituições entrarem no mundo da cadeia, a privacidade deixará de ser uma “funcionalidade opcional” e passará a fazer parte da infraestrutura.
E o que @0xMiden está a tentar fazer, é encontrar esse espaço mais confortável e também mais realista para o futuro financeiro.