A circulação de valores mobiliários regulamentados entre blockchains tem sido um desafio na pista RWA — baixa eficiência de transação, altos custos e riscos de conformidade elevados. E até 2026, essa situação está sendo quebrada.
Um projeto de blockchain líder, em parceria com a Chainlink e a plataforma de conformidade europeia NPEX, apresentou a solução. Juntos, eles realizaram a tokenização e circulação de mais de 200 milhões de euros em valores mobiliários regulamentados, demonstrando a viabilidade de um ecossistema cross-chain com casos reais.
Como fizeram isso tecnicamente? Utilizando o protocolo de interoperabilidade cross-chain da Chainlink (CCIP) para garantir a segurança dos ativos entre blockchains, enquanto a tecnologia de fluxo de dados fornece fontes de preços imutáveis. Essa combinação complementa a característica do projeto de "fonte única de dados reais" — garantindo segurança e transparência em dobro. Além disso, a licença completa MTF da NPEX abre canais de conformidade para todo o ecossistema, permitindo que instituições acessem diretamente, sem precisar modificar significativamente seus sistemas existentes.
Do ponto de vista do uso, as instituições têm opções de transação mais flexíveis, enquanto os investidores podem acessar oportunidades de alocação de ativos mais diversificadas. Especialmente após a implementação oficial do regulamento MiCA da UE, esse modo de colaboração está se tornando uma ponte crucial entre o setor financeiro tradicional e o Web3.
Na essência, isso não é apenas uma atualização tecnológica, mas um caso de referência na exploração de como escalar e institucionalizar ativos na cadeia.
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A circulação de valores mobiliários regulamentados entre blockchains tem sido um desafio na pista RWA — baixa eficiência de transação, altos custos e riscos de conformidade elevados. E até 2026, essa situação está sendo quebrada.
Um projeto de blockchain líder, em parceria com a Chainlink e a plataforma de conformidade europeia NPEX, apresentou a solução. Juntos, eles realizaram a tokenização e circulação de mais de 200 milhões de euros em valores mobiliários regulamentados, demonstrando a viabilidade de um ecossistema cross-chain com casos reais.
Como fizeram isso tecnicamente? Utilizando o protocolo de interoperabilidade cross-chain da Chainlink (CCIP) para garantir a segurança dos ativos entre blockchains, enquanto a tecnologia de fluxo de dados fornece fontes de preços imutáveis. Essa combinação complementa a característica do projeto de "fonte única de dados reais" — garantindo segurança e transparência em dobro. Além disso, a licença completa MTF da NPEX abre canais de conformidade para todo o ecossistema, permitindo que instituições acessem diretamente, sem precisar modificar significativamente seus sistemas existentes.
Do ponto de vista do uso, as instituições têm opções de transação mais flexíveis, enquanto os investidores podem acessar oportunidades de alocação de ativos mais diversificadas. Especialmente após a implementação oficial do regulamento MiCA da UE, esse modo de colaboração está se tornando uma ponte crucial entre o setor financeiro tradicional e o Web3.
Na essência, isso não é apenas uma atualização tecnológica, mas um caso de referência na exploração de como escalar e institucionalizar ativos na cadeia.