#稳定币 A colaboração entre BC Card e Base merece atenção. A Coreia do Sul, como um dos mercados mais desenvolvidos em infraestrutura de pagamento global, controla mais de 90% da rede de comerciantes local, e esta escolha de um piloto de pagamento baseado em USDC indica que a aplicação comercial de stablecoins já passou da fase de validação técnica para testes em cenários reais.
Do ponto de vista da cadeia, há três pontos-chave de observação: primeiro, a mudança na liquidez do USDC na cadeia Base — durante o avanço do piloto, sinais claros de fluxo de fundos serão observados; segundo, o design do processo de liquidação em won coreano, que envolve a pressão de troca entre stablecoin e moeda fiduciária, devendo-se acompanhar o volume de transações dos contratos relacionados; terceiro, a escala de integração dos comerciantes e a frequência de transações, que determinam a sustentabilidade do piloto.
Atualmente, isso parece mais uma estratégia da Coinbase para o mercado internacional, através da cooperação com principais provedores de pagamento locais para evitar riscos regulatórios. Se o piloto avançar com sucesso até a fase de liquidação, o cenário de uso de stablecoins passará de uma camada de transação para uma camada de pagamento e liquidação, o que terá um impacto relativamente profundo em todo o ecossistema. Nos próximos passos, é importante acompanhar a postura das autoridades reguladoras financeiras da Coreia do Sul, bem como a divulgação dos dados de transações reais.
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#稳定币 A colaboração entre BC Card e Base merece atenção. A Coreia do Sul, como um dos mercados mais desenvolvidos em infraestrutura de pagamento global, controla mais de 90% da rede de comerciantes local, e esta escolha de um piloto de pagamento baseado em USDC indica que a aplicação comercial de stablecoins já passou da fase de validação técnica para testes em cenários reais.
Do ponto de vista da cadeia, há três pontos-chave de observação: primeiro, a mudança na liquidez do USDC na cadeia Base — durante o avanço do piloto, sinais claros de fluxo de fundos serão observados; segundo, o design do processo de liquidação em won coreano, que envolve a pressão de troca entre stablecoin e moeda fiduciária, devendo-se acompanhar o volume de transações dos contratos relacionados; terceiro, a escala de integração dos comerciantes e a frequência de transações, que determinam a sustentabilidade do piloto.
Atualmente, isso parece mais uma estratégia da Coinbase para o mercado internacional, através da cooperação com principais provedores de pagamento locais para evitar riscos regulatórios. Se o piloto avançar com sucesso até a fase de liquidação, o cenário de uso de stablecoins passará de uma camada de transação para uma camada de pagamento e liquidação, o que terá um impacto relativamente profundo em todo o ecossistema. Nos próximos passos, é importante acompanhar a postura das autoridades reguladoras financeiras da Coreia do Sul, bem como a divulgação dos dados de transações reais.