Esta semana, o mercado de metais preciosos foi marcado por altos e baixos. Começando pelo ouro, em 13 de janeiro atingiu um recorde histórico de aproximadamente $4.624/onça, mas logo recuou para perto de $4.622, com o ganho diário reduzido para 2,48%. Na semana, subiu entre 4-5%, mas, considerando o pico de $4.600 em 12 de janeiro, há sinais evidentes de oscilações e ajustes.



O desempenho do ouro, na verdade, é de "altos e baixos" — como o rei dos ativos de refúgio, ele é apoiado por uma combinação de diversificação de reservas por parte dos bancos centrais (com mercados emergentes aumentando suas posições) e preocupações globais com dívidas. Mas o problema é que os bancos centrais globais detêm mais de 80.000 toneladas de ouro, uma base tão grande que qualquer venda em grande escala ou mudança de política pode amplificar a volatilidade do mercado.

Por outro lado, a prata mostrou um desempenho claramente mais impressionante. Em 13 de janeiro, atingiu temporariamente um recorde de mais de $85/onça, antes de ajustar ligeiramente para cerca de $84,5, com um aumento semanal superior a 16%. Por que a prata está tão forte? A chave está na sua propriedade industrial — quase 60% do consumo ocorre em painéis solares, veículos elétricos, chips de IA, entre outros setores, o que confere à prata uma maior resiliência durante o ciclo de recuperação econômica em comparação com o ouro. Ainda mais importante, há uma clara lacuna na oferta: em 2024, o déficit acumulado já atingiu 148,9 milhões de onças, o que impulsiona ainda mais os preços.

Quanto ao preço do cobre, considerado o "termômetro da economia", em 13 de janeiro também atingiu um pico histórico acima de $6/lb, antes de recuar ligeiramente, com um aumento semanal de cerca de 2-3%. Os fatores motrizes vêm de dois lados: primeiro, a tensão na oferta (greves no Chile, impactos de desastres na Indonésia), e segundo, o crescimento estrutural da demanda (atualizações na infraestrutura de redes elétricas, expansão de centros de dados que impulsionam a demanda por cobre).

Comparando as tendências, o cobre e a prata são mais semelhantes, ambos mais dependentes do ciclo industrial e das expectativas de recuperação econômica do que de uma lógica puramente de refúgio. Isso significa que, neste momento, a prata, como a opção mais operacional entre os metais preciosos, combina atributos de refúgio e demanda industrial, sendo realmente uma opção a ser observada.
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