Aqui está um ângulo intrigante que vale a pena explorar: os modelos não veem realmente o mundo—eles veem a interface que construímos para eles. Essa distinção vai ao cerne de como a inteligência artificial realmente funciona.



Pense nisso de forma diferente. Quando alimentamos dados em um modelo, não estamos dando a ele a realidade bruta. Estamos fornecendo a sua versão codificada da realidade—filtrada, estruturada e moldada por decisões humanas. Cada etapa de pré-processamento, cada seleção de características, cada escolha de representação de dados torna-se a lente através da qual o modelo entende qualquer coisa.

Scott Adams tocou em algo crucial aqui: como os humanos codificam as entradas é, em si, uma estrutura cognitiva poderosa. Não é apenas filosofia—é fundamental para entender por que os modelos se comportam da maneira que fazem. A interface não é transparente. É uma força ativa que molda a percepção. Aquele espaço entre o mundo e o que os modelos 'veem' é onde vivem todos os problemas interessantes.
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