Na era da explosão da Internet das Coisas, enfrentamos uma realidade dolorosa: centenas de bilhões de dispositivos geram dados continuamente, mas a autenticidade, integridade e auditoria desses dados são praticamente inexistentes. Sensores, câmeras, dispositivos inteligentes produzem montanhas de dados, que ninguém consegue confiar de verdade.
A abordagem tradicional é colocar a impressão digital dos dados (valor hash) na blockchain, enquanto os dados originais permanecem em servidores centralizados — o que é praticamente igual a não colocar na blockchain, pois o risco de adulteração ainda existe.
Mas e se colocarmos os dados originais diretamente na blockchain? Os dispositivos de IoT são, por si só, um problema — armazenamento limitado, largura de banda restrita, fluxos massivos de vídeo, leituras contínuas de monitoramento, tudo isso colocar na blockchain seria um suicídio.
É aqui que entra o Walrus Protocol. Sua ideia é bastante inteligente: o dispositivo armazena os dados originais de forma eficiente e barata na rede Walrus, e só envia a promessa de dados e as credenciais de acesso para a cadeia Sui. A validação na cadeia é leve, e a prova descentralizada dos dados originais também é garantida, oferecendo o melhor dos dois mundos.
Na prática, quão eficaz é essa lógica? Basta olhar alguns exemplos:
O processo completo da cadeia de frio de vacinas — temperatura, umidade registradas em tempo real na Walrus, permitindo que órgãos reguladores e compradores verifiquem toda a história na cadeia por meio de credenciais na blockchain. A integridade dos dados é garantida de forma sólida.
Os dados de geração de energia de usinas de energia renovável — armazenados de forma distribuída na Walrus, com provas concretas de geração real, dando respaldo para inovações como créditos de carbono e tokenização de ativos verdes.
Resumindo, essa combinação resolve a lacuna de confiança entre o mundo na blockchain e o mundo físico. Os dados deixam de ser promessas escritas em papel para se tornarem informações verificáveis, rastreáveis e confiáveis.
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Na era da explosão da Internet das Coisas, enfrentamos uma realidade dolorosa: centenas de bilhões de dispositivos geram dados continuamente, mas a autenticidade, integridade e auditoria desses dados são praticamente inexistentes. Sensores, câmeras, dispositivos inteligentes produzem montanhas de dados, que ninguém consegue confiar de verdade.
A abordagem tradicional é colocar a impressão digital dos dados (valor hash) na blockchain, enquanto os dados originais permanecem em servidores centralizados — o que é praticamente igual a não colocar na blockchain, pois o risco de adulteração ainda existe.
Mas e se colocarmos os dados originais diretamente na blockchain? Os dispositivos de IoT são, por si só, um problema — armazenamento limitado, largura de banda restrita, fluxos massivos de vídeo, leituras contínuas de monitoramento, tudo isso colocar na blockchain seria um suicídio.
É aqui que entra o Walrus Protocol. Sua ideia é bastante inteligente: o dispositivo armazena os dados originais de forma eficiente e barata na rede Walrus, e só envia a promessa de dados e as credenciais de acesso para a cadeia Sui. A validação na cadeia é leve, e a prova descentralizada dos dados originais também é garantida, oferecendo o melhor dos dois mundos.
Na prática, quão eficaz é essa lógica? Basta olhar alguns exemplos:
O processo completo da cadeia de frio de vacinas — temperatura, umidade registradas em tempo real na Walrus, permitindo que órgãos reguladores e compradores verifiquem toda a história na cadeia por meio de credenciais na blockchain. A integridade dos dados é garantida de forma sólida.
Os dados de geração de energia de usinas de energia renovável — armazenados de forma distribuída na Walrus, com provas concretas de geração real, dando respaldo para inovações como créditos de carbono e tokenização de ativos verdes.
Resumindo, essa combinação resolve a lacuna de confiança entre o mundo na blockchain e o mundo físico. Os dados deixam de ser promessas escritas em papel para se tornarem informações verificáveis, rastreáveis e confiáveis.