O banco central da Tailândia começou a scrutinizar os fluxos de stablecoins transfronteiriços, categorizando essa atividade sob o seu quadro de monitorização de 'dinheiro cinzento'. A medida reflete um interesse regulatório crescente em acompanhar ativos digitais ligados ao estrangeiro. Para os traders que monitorizam os cenários regulatórios, este desenvolvimento indica uma fiscalização mais rigorosa nos padrões de uso de stablecoins—particularmente aqueles com exposição a contrapartes internacionais. Essa classificação coloca esses ativos na mira de uma vigilância contínua, provavelmente afetando a forma como os participantes do mercado estruturam as transações na região.
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BanklessAtHeart
· 01-13 22:13
O Banco Central da Tailândia voltou a mexer os pauzinhos, a circulação de stablecoins transfronteiriça foi diretamente incluída na monitorização cinzenta... Agora o esquema de transações vai ter que ser redesenhado.
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CryptoSurvivor
· 01-13 21:10
A Tailândia voltou a fazer aquela jogada de áreas cinzentas, como é que ainda se pode jogar com stablecoins? Agora realmente tenho que pensar em como mudar de abordagem.
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FOMOSapien
· 01-13 21:07
A Tailândia voltou a focar-se na stablecoin, ora essa, agora não há como escapar... o quadro do dinheiro cinzento soa pouco amigável
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ProbablyNothing
· 01-13 20:41
A Tailândia voltou a investigar stablecoins, agora o fluxo internacional de entrada e saída de fundos vai ficar mais complicado.
O banco central da Tailândia começou a scrutinizar os fluxos de stablecoins transfronteiriços, categorizando essa atividade sob o seu quadro de monitorização de 'dinheiro cinzento'. A medida reflete um interesse regulatório crescente em acompanhar ativos digitais ligados ao estrangeiro. Para os traders que monitorizam os cenários regulatórios, este desenvolvimento indica uma fiscalização mais rigorosa nos padrões de uso de stablecoins—particularmente aqueles com exposição a contrapartes internacionais. Essa classificação coloca esses ativos na mira de uma vigilância contínua, provavelmente afetando a forma como os participantes do mercado estruturam as transações na região.