Recentemente, vi um ponto de vista interessante: os estrategistas do Bank of Nova Scotia disseram que a queda do dólar pode não ser tão acentuada. À primeira vista, não parece nada de novo, mas ao pensar bem, é bastante preocupante.
O que isso reflete? Pode ser que o Federal Reserve corte as taxas, o que não há dúvida, mas ao mesmo tempo, a resiliência da economia americana permanece, a demanda por proteção geopolítica também não desapareceu, e o processo de "desdolarização" é na verdade muito mais complexo do que se imagina. Esses fatores, somados, criam uma espécie de barreira invisível que sustenta a posição do dólar. Como moeda de reserva global e ativo de refúgio final, a hegemonia do dólar será difícil de ser realmente abalada no futuro próximo.
O que isso significa para a alocação de ativos? Em resumo, a narrativa de "dólar fraco" e a entrada desenfreada em ativos não americanos (incluindo várias criptomoedas) vão perder força. O mercado se tornará mais racional, mais exigente, começando a analisar seriamente os fundamentos de cada ativo.
Para o mundo das criptomoedas, é um teste: se o dólar deixar de oferecer oportunidades de arbitragem prontas, de onde virão os retornos dos ativos digitais? A resposta só pode ser olhar para dentro — inovação interna na ecologia, avanços em eficiência, melhorias na produtividade. É exatamente isso que os protocolos LSDFi estão fazendo. Quando a maré do dólar externo ficar mais fraca, as correntes internas da rede de criptomoedas se tornarão ainda mais essenciais.
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Recentemente, vi um ponto de vista interessante: os estrategistas do Bank of Nova Scotia disseram que a queda do dólar pode não ser tão acentuada. À primeira vista, não parece nada de novo, mas ao pensar bem, é bastante preocupante.
O que isso reflete? Pode ser que o Federal Reserve corte as taxas, o que não há dúvida, mas ao mesmo tempo, a resiliência da economia americana permanece, a demanda por proteção geopolítica também não desapareceu, e o processo de "desdolarização" é na verdade muito mais complexo do que se imagina. Esses fatores, somados, criam uma espécie de barreira invisível que sustenta a posição do dólar. Como moeda de reserva global e ativo de refúgio final, a hegemonia do dólar será difícil de ser realmente abalada no futuro próximo.
O que isso significa para a alocação de ativos? Em resumo, a narrativa de "dólar fraco" e a entrada desenfreada em ativos não americanos (incluindo várias criptomoedas) vão perder força. O mercado se tornará mais racional, mais exigente, começando a analisar seriamente os fundamentos de cada ativo.
Para o mundo das criptomoedas, é um teste: se o dólar deixar de oferecer oportunidades de arbitragem prontas, de onde virão os retornos dos ativos digitais? A resposta só pode ser olhar para dentro — inovação interna na ecologia, avanços em eficiência, melhorias na produtividade. É exatamente isso que os protocolos LSDFi estão fazendo. Quando a maré do dólar externo ficar mais fraca, as correntes internas da rede de criptomoedas se tornarão ainda mais essenciais.