Muitas pessoas acham que a tecnologia das blockchains públicas é semelhante, mas na verdade a abordagem de design técnico do Dusk é completamente diferente — ela parte das necessidades financeiras para projetar toda a arquitetura de forma reversa.
Vamos começar pela camada de consenso, que é a mais central. O Dusk utiliza PoS privado combinado com o protocolo de isolamento Byzantine SBA. O que essa combinação faz? Primeiro, aumenta bastante a segurança, e segundo, permite a liquidação de transações em questão de segundos. Para mercados financeiros que precisam de liquidações de alta frequência, essa velocidade e certeza são essenciais, nem se fala.
A camada de execução usa a máquina virtual Piecrust, que também é bastante interessante. Ela suporta contratos inteligentes privados em WASM, além de ser compatível com várias linguagens de programação, o que facilita bastante para os desenvolvedores. Além disso, com a entrada de dados de oráculos Chainlink, os dados na cadeia são tanto conformes quanto confiáveis, eliminando a preocupação constante com ataques a oráculos.
O mais impressionante é o conjunto de ferramentas Citadel. Ele integra processos de KYC e AML, eliminando a necessidade de instituições criarem sistemas de conformidade separadamente, reduzindo assim o custo de integração. Para instituições financeiras tradicionais que querem migrar para a blockchain, isso é uma consideração que realmente pensa nelas.
Comparado com outras blockchains, algumas ficam presas entre desempenho e segurança, outras têm privacidade bem implementada, mas não suportam bem transações — o Dusk consegue equilibrar bem esses três aspectos. Em resumo, a barreira tecnológica é o que dá a ele a confiança de se firmar nesse mercado.
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Muitas pessoas acham que a tecnologia das blockchains públicas é semelhante, mas na verdade a abordagem de design técnico do Dusk é completamente diferente — ela parte das necessidades financeiras para projetar toda a arquitetura de forma reversa.
Vamos começar pela camada de consenso, que é a mais central. O Dusk utiliza PoS privado combinado com o protocolo de isolamento Byzantine SBA. O que essa combinação faz? Primeiro, aumenta bastante a segurança, e segundo, permite a liquidação de transações em questão de segundos. Para mercados financeiros que precisam de liquidações de alta frequência, essa velocidade e certeza são essenciais, nem se fala.
A camada de execução usa a máquina virtual Piecrust, que também é bastante interessante. Ela suporta contratos inteligentes privados em WASM, além de ser compatível com várias linguagens de programação, o que facilita bastante para os desenvolvedores. Além disso, com a entrada de dados de oráculos Chainlink, os dados na cadeia são tanto conformes quanto confiáveis, eliminando a preocupação constante com ataques a oráculos.
O mais impressionante é o conjunto de ferramentas Citadel. Ele integra processos de KYC e AML, eliminando a necessidade de instituições criarem sistemas de conformidade separadamente, reduzindo assim o custo de integração. Para instituições financeiras tradicionais que querem migrar para a blockchain, isso é uma consideração que realmente pensa nelas.
Comparado com outras blockchains, algumas ficam presas entre desempenho e segurança, outras têm privacidade bem implementada, mas não suportam bem transações — o Dusk consegue equilibrar bem esses três aspectos. Em resumo, a barreira tecnológica é o que dá a ele a confiança de se firmar nesse mercado.