Primeiro puxar o mercado, depois contar uma história?
Hoje nesta onda de mercado, eu aposto que nem mesmo os projetos envolvidos esperavam uma subida tão forte. Ganhos de 50% ou mais em PLAY e DOLO, por exemplo, são praticamente inexistentes entre as principais moedas — isso é típico de uma temporada de contratos futuros.
O padrão principal que percebi dos grandes players é mais ou menos assim:
**Primeiro passo: ataque relâmpago** Usar uma quantia de dinheiro para puxar violentamente moedas pequenas e leves, como PLAY, criando um "efeito de referência", fazendo toda a rede seguir com FOMO. Quando o mercado percebe que há oportunidade de lucro, a emoção explode.
**Segundo passo: fluxo de dinheiro** O capital detecta a oportunidade e começa a entrar loucamente em setores com liquidez um pouco melhor, mas ainda assim subestimados — como DOLO, DASH, formando uma rotação de setores. Nesse momento, os investidores de varejo ainda estão indecisos se devem ou não entrar, enquanto o dinheiro já está circulando ali.
**Terceiro passo: contar histórias e colher os lucros** Quando todo mundo já entrou, os grandes players começam a falar sobre ecossistema, tecnologia, perspectivas. Como SAFE, MYX, que não subiram muito, alguns só percebem o valor depois de uma alta, outros descobrem que estavam em uma "zona de valor" só no final — e aí entram para pegar o pacote.
**Você entra agora?**
É como subir ao palco só na metade do segundo ato. Pode ainda pegar o auge, ou pode justamente chegar na hora do encerramento. Se usar contratos com alavancagem, a emoção dessa jogada será amplificada ao máximo — e o inverso também vale.
Minha recomendação sincera: assistir ao espetáculo tudo bem, mas não se coloque como protagonista, e muito menos entre na onda de comprar no topo com alavancagem. Por trás de cada alta repentina, geralmente há um roteiro. Entender o mercado é muito mais importante do que entender os movimentos de K-line.
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Primeiro puxar o mercado, depois contar uma história?
Hoje nesta onda de mercado, eu aposto que nem mesmo os projetos envolvidos esperavam uma subida tão forte. Ganhos de 50% ou mais em PLAY e DOLO, por exemplo, são praticamente inexistentes entre as principais moedas — isso é típico de uma temporada de contratos futuros.
O padrão principal que percebi dos grandes players é mais ou menos assim:
**Primeiro passo: ataque relâmpago**
Usar uma quantia de dinheiro para puxar violentamente moedas pequenas e leves, como PLAY, criando um "efeito de referência", fazendo toda a rede seguir com FOMO. Quando o mercado percebe que há oportunidade de lucro, a emoção explode.
**Segundo passo: fluxo de dinheiro**
O capital detecta a oportunidade e começa a entrar loucamente em setores com liquidez um pouco melhor, mas ainda assim subestimados — como DOLO, DASH, formando uma rotação de setores. Nesse momento, os investidores de varejo ainda estão indecisos se devem ou não entrar, enquanto o dinheiro já está circulando ali.
**Terceiro passo: contar histórias e colher os lucros**
Quando todo mundo já entrou, os grandes players começam a falar sobre ecossistema, tecnologia, perspectivas. Como SAFE, MYX, que não subiram muito, alguns só percebem o valor depois de uma alta, outros descobrem que estavam em uma "zona de valor" só no final — e aí entram para pegar o pacote.
**Você entra agora?**
É como subir ao palco só na metade do segundo ato. Pode ainda pegar o auge, ou pode justamente chegar na hora do encerramento. Se usar contratos com alavancagem, a emoção dessa jogada será amplificada ao máximo — e o inverso também vale.
Minha recomendação sincera: assistir ao espetáculo tudo bem, mas não se coloque como protagonista, e muito menos entre na onda de comprar no topo com alavancagem. Por trás de cada alta repentina, geralmente há um roteiro. Entender o mercado é muito mais importante do que entender os movimentos de K-line.