#密码资产动态追踪 A inflação de "aderência" está chegando, o Federal Reserve ainda cortará as taxas em janeiro?
Os dados do CPI desta noite podem dar ao mercado um sinal inesperado. A perturbação causada pelo encerramento do governo é grande demais, e a credibilidade deste relatório já merece uma dúvida. Em relação ao nível de preços de agosto, os dados de dezembro tendem a apresentar um viés técnico de alta; além disso, novembro foi artificialmente pressionado para baixo devido à temporada de promoções antecipadas. Em resumo, até março de 2026, não veremos um dado de inflação verdadeiramente limpo.
Quão pegajosa é a inflação? Essa é a questão-chave. Se a pressão de preços continuar obstinada e ainda houver uma diferença em relação à meta de 2% do Federal Reserve, o cenário de corte de juros em janeiro ficará ainda mais fraco. O mercado já aposta que a probabilidade de o Federal Reserve manter as taxas inalteradas atingiu 95%.
Por outro lado, o mercado de trabalho não é tão frágil. Embora a criação de empregos tenha desacelerado para 50 mil, a taxa de desemprego caiu de um pico mais alto para 4,4%, indicando que os empregadores ainda não estão desesperados para demitir. Além disso, o Federal Reserve pode se tornar mais cauteloso por motivos políticos, tornando praticamente zero a possibilidade de uma ação em janeiro.
No entanto, o mercado de ações parece bastante calmo. Desde que os preços de alimentos e habitação não subam drasticamente, uma modesta alta do CPI não será suficiente para quebrar o atual sentimento de alta. É por isso que, enquanto aguardam os dados, os investidores também observam o ritmo subsequente de alocação de ativos.
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#密码资产动态追踪 A inflação de "aderência" está chegando, o Federal Reserve ainda cortará as taxas em janeiro?
Os dados do CPI desta noite podem dar ao mercado um sinal inesperado. A perturbação causada pelo encerramento do governo é grande demais, e a credibilidade deste relatório já merece uma dúvida. Em relação ao nível de preços de agosto, os dados de dezembro tendem a apresentar um viés técnico de alta; além disso, novembro foi artificialmente pressionado para baixo devido à temporada de promoções antecipadas. Em resumo, até março de 2026, não veremos um dado de inflação verdadeiramente limpo.
Quão pegajosa é a inflação? Essa é a questão-chave. Se a pressão de preços continuar obstinada e ainda houver uma diferença em relação à meta de 2% do Federal Reserve, o cenário de corte de juros em janeiro ficará ainda mais fraco. O mercado já aposta que a probabilidade de o Federal Reserve manter as taxas inalteradas atingiu 95%.
Por outro lado, o mercado de trabalho não é tão frágil. Embora a criação de empregos tenha desacelerado para 50 mil, a taxa de desemprego caiu de um pico mais alto para 4,4%, indicando que os empregadores ainda não estão desesperados para demitir. Além disso, o Federal Reserve pode se tornar mais cauteloso por motivos políticos, tornando praticamente zero a possibilidade de uma ação em janeiro.
No entanto, o mercado de ações parece bastante calmo. Desde que os preços de alimentos e habitação não subam drasticamente, uma modesta alta do CPI não será suficiente para quebrar o atual sentimento de alta. É por isso que, enquanto aguardam os dados, os investidores também observam o ritmo subsequente de alocação de ativos.