Aos 95 anos, Warren Buffett reafirmou a sua postura cética em relação às criptomoedas na carta que dirigiu aos acionistas da Berkshire Hathaway em 10 de novembro de 2025. O lendário investidor foi contundente: não compraria nem um único Bitcoin mesmo que lhe entregassem todos os que existem em troca de 25 dólares.
A filosofia de investimento após a crítica
Para Buffett, as criptomoedas como o Bitcoin carecem dos fundamentos que caracterizam um investimento sólido. O seu argumento central é que esses ativos não geram fluxos de caixa nem possuem valor intrínseco além da especulação. Em contrapartida, Buffett sustenta que as verdadeiras oportunidades de rentabilidade emergem dos lucros empresariais concretos, não do trading especulativo.
Esta posição não é nova. Tanto Buffett quanto o seu falecido sócio Charlie Munger têm criticado consistentemente o ecossistema de criptomoedas ao longo dos anos, mantendo-se firmes nos seus princípios de investimento baseados em análise fundamental.
A paradoxo da Berkshire Hathaway e o setor cripto
Paradigmaticamente, a Berkshire Hathaway mantém uma exposição indireta ao mercado de criptomoedas através da sua participação acionária na Nu Holdings, a fintech brasileira. No entanto, Buffett enfatizou que este investimento responde aos fundamentos operacionais da empresa, não a apostas especulativas sobre ativos digitais.
Com esta carta final, que marca o encerramento de mais de 60 anos de liderança, Buffett reitera uma lição central: a disciplina e a paciência no investimento sempre superam a especulação e o ruído do mercado.
Esta página pode conter conteúdos de terceiros, que são fornecidos apenas para fins informativos (sem representações/garantias) e não devem ser considerados como uma aprovação dos seus pontos de vista pela Gate, nem como aconselhamento financeiro ou profissional. Consulte a Declaração de exoneração de responsabilidade para obter mais informações.
A rejeição categórica de Warren Buffett às criptomoedas na sua última missiva
Aos 95 anos, Warren Buffett reafirmou a sua postura cética em relação às criptomoedas na carta que dirigiu aos acionistas da Berkshire Hathaway em 10 de novembro de 2025. O lendário investidor foi contundente: não compraria nem um único Bitcoin mesmo que lhe entregassem todos os que existem em troca de 25 dólares.
A filosofia de investimento após a crítica
Para Buffett, as criptomoedas como o Bitcoin carecem dos fundamentos que caracterizam um investimento sólido. O seu argumento central é que esses ativos não geram fluxos de caixa nem possuem valor intrínseco além da especulação. Em contrapartida, Buffett sustenta que as verdadeiras oportunidades de rentabilidade emergem dos lucros empresariais concretos, não do trading especulativo.
Esta posição não é nova. Tanto Buffett quanto o seu falecido sócio Charlie Munger têm criticado consistentemente o ecossistema de criptomoedas ao longo dos anos, mantendo-se firmes nos seus princípios de investimento baseados em análise fundamental.
A paradoxo da Berkshire Hathaway e o setor cripto
Paradigmaticamente, a Berkshire Hathaway mantém uma exposição indireta ao mercado de criptomoedas através da sua participação acionária na Nu Holdings, a fintech brasileira. No entanto, Buffett enfatizou que este investimento responde aos fundamentos operacionais da empresa, não a apostas especulativas sobre ativos digitais.
Com esta carta final, que marca o encerramento de mais de 60 anos de liderança, Buffett reitera uma lição central: a disciplina e a paciência no investimento sempre superam a especulação e o ruído do mercado.