Muitas pessoas já lucraram com contratos, mas no final acabaram devolvendo os lucros. O problema muitas vezes não está na habilidade de negociação, mas na gestão de fundos que não acompanha. Hoje compartilho uma ideia que pode mudar sua percepção sobre controle de risco.
**A lógica central é simples: alta taxa de sucesso é a base, e o roll-over é o acelerador.**
Suponha que você tenha 100.000 de capital inicial. O primeiro passo é usar apenas 20%, ou seja, 20.000 na primeira posição. Os 80.000 restantes podem ser considerados como inexistentes — mesmo que esses 20.000 sejam totalmente perdidos com uma perda de 5%, isso representa apenas uma perda de 1.000, impactando minimamente o fundo total.
E após lucrar? Não corra para aumentar a posição imediatamente. Todo o lucro (por exemplo, uma operação que rende 2.000, ou seja, 10%) vai para um "pote de lucros". Na próxima entrada, você usa novamente os 20.000 iniciais. Assim, a pressão psicológica é menor e é mais fácil manter a disciplina de execução.
A verdadeira mágica acontece aqui: quando o pote de lucros acumula 20.000 (equivalente ao capital inicial), você pode aumentar o fundo de entrada para 30.000. Assim, cada operação pode lucrar 3.000. Continue rolando, e quando o pote de lucros atingir 50.000, o capital de entrada sobe para 70.000, com um lucro por operação de 7.000.
Dessa forma, o aumento de capital vem totalmente dos lucros, e mesmo que perca, não dói tanto — o risco está sempre sob controle.
**Vamos colocar em um cenário prático:**
Suponha que o ciclo de contratos dure em média 15 dias (próximo ao ciclo de tendência das principais moedas), com uma taxa de sucesso de cerca de 75%, e um objetivo de lucro de 10% por operação:
- Primeira rodada: 20.000 de entrada → lucro de 2.000 → pote de lucros acumulado em 2.000 - Dezena rodada: o pote de lucros atinge 20.000 pela primeira vez → capital de entrada sobe para 30.000 → lucro por operação passa a ser 3.000 - Trigésima rodada: o pote de lucros acumula 50.000 → capital de entrada sobe para 70.000 → lucro por operação chega a 7.000
Neste ponto, a escala do capital já está crescendo de forma autossustentável, sem necessidade de investir novos fundos. Seguindo essa estrutura, de 100.000 para 1.000.000, embora exija paciência e disciplina, o risco total vai diminuindo, não aumentando — e essa é a maior deficiência da maioria das pessoas.
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Muitas pessoas já lucraram com contratos, mas no final acabaram devolvendo os lucros. O problema muitas vezes não está na habilidade de negociação, mas na gestão de fundos que não acompanha. Hoje compartilho uma ideia que pode mudar sua percepção sobre controle de risco.
**A lógica central é simples: alta taxa de sucesso é a base, e o roll-over é o acelerador.**
Suponha que você tenha 100.000 de capital inicial. O primeiro passo é usar apenas 20%, ou seja, 20.000 na primeira posição. Os 80.000 restantes podem ser considerados como inexistentes — mesmo que esses 20.000 sejam totalmente perdidos com uma perda de 5%, isso representa apenas uma perda de 1.000, impactando minimamente o fundo total.
E após lucrar? Não corra para aumentar a posição imediatamente. Todo o lucro (por exemplo, uma operação que rende 2.000, ou seja, 10%) vai para um "pote de lucros". Na próxima entrada, você usa novamente os 20.000 iniciais. Assim, a pressão psicológica é menor e é mais fácil manter a disciplina de execução.
A verdadeira mágica acontece aqui: quando o pote de lucros acumula 20.000 (equivalente ao capital inicial), você pode aumentar o fundo de entrada para 30.000. Assim, cada operação pode lucrar 3.000. Continue rolando, e quando o pote de lucros atingir 50.000, o capital de entrada sobe para 70.000, com um lucro por operação de 7.000.
Dessa forma, o aumento de capital vem totalmente dos lucros, e mesmo que perca, não dói tanto — o risco está sempre sob controle.
**Vamos colocar em um cenário prático:**
Suponha que o ciclo de contratos dure em média 15 dias (próximo ao ciclo de tendência das principais moedas), com uma taxa de sucesso de cerca de 75%, e um objetivo de lucro de 10% por operação:
- Primeira rodada: 20.000 de entrada → lucro de 2.000 → pote de lucros acumulado em 2.000
- Dezena rodada: o pote de lucros atinge 20.000 pela primeira vez → capital de entrada sobe para 30.000 → lucro por operação passa a ser 3.000
- Trigésima rodada: o pote de lucros acumula 50.000 → capital de entrada sobe para 70.000 → lucro por operação chega a 7.000
Neste ponto, a escala do capital já está crescendo de forma autossustentável, sem necessidade de investir novos fundos. Seguindo essa estrutura, de 100.000 para 1.000.000, embora exija paciência e disciplina, o risco total vai diminuindo, não aumentando — e essa é a maior deficiência da maioria das pessoas.